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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Conceito de pureza - João 18: 28 e 31


Amar a lei de Deus é muito diferente de seguir a lei de Deus. Vemos na Bíblia situações de pessoas que pareciam viver em função de achar "uma brecha na lei de Deus" para, enfim, poderem respirar em paz e conseguirem fazer pelo menos um pouco do que suas carnes e tendências exigia.  Esse episódio  de João 18 chega a ser cômico. 

Os fariseus estavam sempre preocupados com a legalidade e nada mais, pois apenas pela legalidade eles seriam julgados pela sociedade. O espirito da lei não importava. A legalidade era tudo para eles. 

Nesse episódio que quero comentar  primeiramente vemos os líderes judeus prenderem Jesus e o levarem à casa de Caifás, para a audiência. Para eles esse tipo de maldade não lhes pesava na consciência! A Palavra diz que era de manhã cedo e eles não entraram na audiência "para não se contaminarem e poderem comer a páscoa".  Não entendiam que a maldade e a inveja é que contaminam. Mais adiante Pilatos diz: — "Levem este homem e o julguem vocês mesmos, de acordo com a lei de vocês" - referindo-se a Jesus. Então eles responderam: — Nós não temos o direito de matar ninguém"! (João 18:31). Era mais ou menos como contratar um pistoleiro porque não podiam cometer o pecado de matar uma pessoa.  A esperança deles era que Pilatos fizesse "o trabalho sujo". Eles não entendiam como as coisas funcionavam, não conheciam Deus. nos sentimos confortáveis com nossos maus sentimentos, manipulações, meias verdades, invejas e puxadas de tapetes alheios enquanto nos esforçamos para "não nos contaminarmos" com a companhia dos "incrédulos"?  Deixamos de estender a mão ao pobre mas não queremos pecar "sonegando o dízimo" ? 

É fácil hoje lermos isso e detectarmos o ridículo da situação. Mas será que não fazemos nada parecido? Será que não vivemos em buscas de "brechas legais"? Será que não 


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